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Clássicos: California Games

28 de fevereiro de 2012 Ana Paula Cancian Comentários ( 6 )
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Um dos games de esportes mais conhecidos de todos os tempos merece o termo Clássico aqui no Games para Garotas. Lançado pela desenvolverdora Epyx no ano de 1987, para Apple II e o Commodore 64, fez tanto sucesso que logo foi lançado para uma porrada de computadores e consoles: AMIGA, Apple IIGS, Atari 2600, Atari ST, Atari Lynx, DOS, Sega Mega Drive, Amstrad CPC, ZX Spectrum, NES , MSX e Sega Master System. Eu joguei este grande clássico no Mega Drive, e adorava bater meus próprios recordes. California Games teve uma sequencia em 1991, California Games 2, porém não fez sucesso como o primeiro.




Clássicos: Top Gear

17 de janeiro de 2011 Ana Paula Cancian Comentários ( 4 )
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Esqueçam Gran Turismo, Need for Speed, Forza Motorsport, F1. O melhor jogo de corrida de todos os tempos é: Top Gear!

Exageros a parte ou não, Top Gear é um verdadeiro cláaaaaaassico dos clássicos. Populações inteiras divertiram horrores com um dos jogos de corrida mais legais já criados. Foi lançado em 27 de março de 1992 para o Nintendo, desenvolvido pela Gremlin Graphics e publicado pela empresa Kemco.




Clássicos: Full Throttle

2 de setembro de 2010 Ana Paula Cancian Comentários ( 9 )
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Atenção: contém spoilers

Um verdadeiro clássico do PC na década de 90, Full Throttle é lembrado por muitos gamers e considerado um dos melhores jogos para PC de todos os tempos. Possui uma história envolvente e desafios de quebrar a cabeça em alguns casos. Um grande jogo a ser lembrado aqui no blog.



Full Throttle
é um jogo de aventura e ação desenvolvido pela LucasArts e lançado em 30 de abril de 1995 para PC. Foi desenvolvido por Tim Schafer , que mais tarde viria a projetar os grandes títulos Grim Fandango , Psychonauts e Brutal Legend.

Em um futuro apocalíptico, os motoqueiros estão cada vez mais abandonados. Todas as fábricas de motocicletas estão mudando de ramo e aderindo à fabricação de minivans. A única remanescente é a Corley Motors, fundada pelo velho motoqueiro Malcolm Corley, que pretende resistir até o fim na fabricação dos veículos que tanto ama, apesar do desejo de seu Vice-Presidente, Adrian Ripburger, de mudar o foco da empresa para o novo ramo.

Em um dos seus obscuros planos de tirar Malcolm do controle da presidência, enquanto estão a caminho de um compromisso na estrada, Ripburger tenta convencê-lo a aparecer na reunião de acionistas acompanhado de uma gangue de motoqueiros. Justamente nesta hora, a gangue dos Polecats, liderada por Ben passa por eles. O velho Malcolm Corley decide segui-los para convence-los a aparecer com eles na reunião, mas quando Ben nega a oferta e frusta os planos de Ripburger, começam os problemas que irão mudar a sua vida, dos Polecats e da Corley Motors.

História:

Tudo começa quando Ben e sua gangue estão descendo pela Rodovia 9, no meio do deserto rochoso, quando avistam uma bela limusine branca. Mas para Ben, são raras as coisas que cruzam seu caminho na estrada, é assim, que sem pensar, ele empina sua moto e passa por cima do carro, destruindo o pequeno ornamento que simbolizava a limusine, na frente do capô.

Excitados com o acontecimento, os passageiros do carro logo começam a investigar de que gangue se tratava e quem era seu líder. Ben e sua gangue param para relaxar no Kick Stand Bar, lugar onde mais tarde encontrariam Malcolm Corley, o fundador da última fábrica de motos customizadas do país ainda em atividade, a Corley Motors. Malcolm então entra no bar perguntando quem teria passado por cima do seu carro. Ben se identifica, e em poucos minutos já estão conversando sobre motos. Malcolm fala sobre seu passado e suas aventuras como motoqueiro, e Ben fica impressionado em saber que estava conhecendo o dono da Corley.

É quando o vice-presidente da Corley, Adrian Ripburger, entra no bar e chama Ben para uma conversa particular. Ele comenta sobre a idade e os problemas de Malcolm, e oferece a Ben e aos Polecats a chance de trabalharem como guarda-costas da presidência da Corley em uma reunião anual de investidores da marca. Ben recusa a proposta, pois ele e sua gangue não fazem esse tipo de trabalho. Sendo assim, Nestor e Bolus, capangas de Adrian, armam uma cilada para Ben e o acabam jogando desmaiado em um latão de lixo. Sem saber da decisão de Ben e achando que ele já teria partido para planejar o percurso até a reunião, os Polecats acabam concordando com a proposta de Adrian Ripburger.

Quando Ben acorda, percebe que todos já tinham partido e que teria que atravessar o deserto para descobrir o que estava acontecendo. No decorrer do caminho, conhece Maurren, uma excelente mecânica, que o ajuda a arrumar sua moto depois de um acidente planejado pelos capangas de Ripburger. Ben corre contra o tempo para alcançar sua gangue e descobrir os verdadeiros planos de Ripburger. Antes de reencontrar os Polecats, porém, não consegue impedir o assassínio de Malcolm Corley pelas mãos de Ripburger. Pouco antes de morrer, Corley revela para Ben os planos do vice-presidente de transformar a companhia em uma fábrica de vans, e que Maurren é sua única filha e herdeira.

Pegos de surpresa, Ben e sua gangue são acusados pelo assassinato de Malcolm. O líder agora precisa correr para desmascarar Ripburger, salvar Maurren e libertar os Polecats. Para isso, cruza o deserto enfrentando seus rivais, os rápidos e loucos Vultures, os brutais Rottwheelers e os enigmáticos Cavefish. Assim que chega à Corley Motors encontra Maureen e, depois de alguns desentendimentos, Ben consegue se explicar e Maurren o acaba ajudando a recuperar a empresa e tirar Ripburger do poder. Ben salva os Polecats, Ripburger morre e Maurren consegue herdar a empresa do pai, como ele mesmo queria que fosse.

No fim, todos comparecem ao enterro de Malcolm, como uma homenagem ao último grande produtor e motoqueiro apaixonado da Corley Motors.

Personagens:

Futuro:

No inicio da década de 2000 houveram duas tentativas de criar sequencias para o jogo, que não foram levadas adiante. Boa parte do time original do jogo já havia saído da LucasArts, inclusive Tim Schafer (que saiu para fundar a sua própria empresa, a Double Fine). A primeira destas tentativas foi com Full Throttle: Payback que começou a ser desenvolvido em 2000 mas cancelado logo em seguida, sem nada de concreto ter sido de fato produzido. Em 2002, uma nova tentativa foi feita, com o anúncio de Full Throttle: Hell on Wheels. Desta vez, o negócio realmente parecia que seria sério, e até mesmo um trailer foi exibido na E3. Seria a primeira aparição de Ben em uma plataforma diferente dos PCs, já que o jogo sairia também para PlayStation 2 e Xbox. No entanto, a reação dos fãs do jogo original não foi boa ao ver um Ben tridimensional além de outros personagens descaracterizados, o que levou a LucasArts a considerar se o jogo teria o retorno financeiro esperado. A morte do dublador de Ben, na mesma época, se juntou ao conjunto de fatores que levou ao cancelamento do projeto, e desde então nada mais foi cogitado a respeito de Full Throttle.

Fonte: Fórum Uol Jogos
Wikipédia

Se um novo Full Throttle não deu certo e se por enquanto não há alguma possibilidade para um lançamento, todos aqueles que tiveram a oportunidade de jogar este maravilhoso jogo com certeza guardam boas recordações. Me lembro até que este foi o primeiro jogo em que pesquisei um tutorial na internet, por não entender nada de inglês na época (meu jogo era americano) e em algumas partes não ter idéia nenhuma do que fazer. 15 anos após seu lançamento, ainda é considerado um grande jogo e muito apreciado pelos gamers mais antigos.




Clássicos: Donkey Kong Country 2

8 de agosto de 2010 Ana Paula Cancian Comentários ( 5 )
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ATENÇÃO: Contém spoilers

Depois das incríveis aventuras dos macaquinhos Donkey Kong e Diddy Kong, dessa vez Diddy ganha uma companheira super ágil e charmosa, Dixie Kong. Donkey Kong Country 2: Diddy’s Kong Quest é o segundo jogo da série Donkey Kong Country, desenvolvido pela Rare e lançado pela Nintendo em 5 de dezembro de 1995.

História:

King K. Rool (agora como Kaptain K. Rool) sequestra Donkey Kong. Ele só irá libertá-lo se a família Kong entregar a reserva de bananas de Donkey Kong para ele. Então, Diddy e sua namorada Dixie vão para a Crocodile Isle (o lar dos Kremlings) para resgatá-lo, mas para isso Diddy e Dixie precisam atravessar uma ilha.

Jogabilidade:

A jogabilidade é um pouco mais variada do que a do jogo anterior. Donkey Kong Country 2 conta com várias inovações e mais controles:

* A presença das “Moedas Banana”, que são moedas com um desenho de uma penca de bananas: use-as para comprar informações e ajudas dos Kongs no jogo.
* Os níveis de bônus estão mais detalhados, sendo que após completá-los ganhará “Kremkoins”, moedas com o desenho do rosto de K. Rool: colete quinze moedas para habilitar uma fase do Mundo Perdido.
* O jogo apresenta a escola, lá se pode comprar informações, tanto do jogo, como de fases próximas, além de se salvar o jogo.
* O jogo conta com um joguinho interno estilo quiz, onde o prêmio são balões de vida, você pode jogá-lo apenas três vezes por mundo, já que o quiz, como a escola, sempre estão presentes em todos os mundos.
* Outra inovação são as “Moedas DK”, moedas gigantescas com um “DK” estampado: use-as para aumentar seu status como herói de videogame no final do jogo.

Amigos Secundários:

Em DKC2, existem ainda “amigos” dos macacos que os ajudaram em sua aventura. Alguns deles Diddy e Dixie poderam cavalgar e outros apenas lhe forneceram ajuda de apoio, como é o caso de Clapper e Glimmer.

Rambi: O rinoceronte do jogo anterior está de volta e com uma coloração diferente, de cinza passa a ser marrom claro. Pode ser cavalgado e seu ataque princiapl é o chifre. Segurando o botão A, Rambi irá carregar seu ataque, como se fosse um touro, e soltando irá correr loucamente e destruindo qualquer inimigo no meio do caminho ou mesmo abrir portas para os Bônus da fase.

Enguarde: O peixe-espada também está de volta. Enguarde só pode ser pego na água. Também pode ser cavalgado e seu ataque lembra muito o de Rambi carregado, matando inimigos e descobrindo bônus secretos. As vezes, ele pode ficar encalhado obrigando o jogador a apertar Y para ele ir direto para a água.

Squitter: Outro companheiro novo. Squitter é uma aranha que usa tênis (Supostamente por sua aparência de um modelo Converse/All Star). Seu ataque são jatos de teia que podem ser usados para atacar os inimigos ou criar plataformas. Não possui um ataque segurando o botão A, mas pode criar plataformas de teias, apertando o botão uma vez para lança-la, e a segunda para abri-la. Também pode ser cavalgada.

Clapper: Essa foquinha aparecerá em algumas fases onde a água fica com uma coloração vermelha, devida a alta temperatura. Sua ajuda será um bafo gelado na água para esfriá-lá ou congela-lá quando você pular em suas costas. Não pode ser cavalgada.

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Squawks: O papagaio agora cresceu. Em DKC ele era pequeno e auxiliava Donkey e Diddy segurando uma laterna para iluminar o caminho. Agora ele está maior e levará os macacos para cima e para baixo. Squawks possui como ataque atirar cocos amarelos nos inimigos. Não possui ataque carregado e é o único que pode voar, segurando os Kongs pelas patas.
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Rattly: A cobra é nova na série. Permanece com a maior parte do tempo com a corpo enrolado em espiral. Sua habilidade é o pulo, que pode chegar a grandes alturas. Ao segurar o botão A, Rattly carregará seu pulo, indo mais alto do que seus saltos normais. Também pode ser cavalgada.
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Os Kongs:


Wrinkly Kong: A diretora do Colégio Kong. Nesse colégio, você poderá obter algumas informações sobre como o jogo funciona e também salvá-lo (isso custará 2 Moedas de Banana).
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Cranky Kong: Cranky opera o “Museu do Macaco”; nele você poderá comprar alguns conselhos (muito enigmáticos) sobre como achar alguns itens (vale uma Moeda de Banana), fases de bônus (vale duas Moedas de Banana) e Moedas DK (vale três Moedas de Banana).
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Funky Kong: Assim como no jogo anterior, ele opera um sistema de vôos que pode lhe mandar para mundos que você já completou; porém, você deve pagar 2 Moedas de Banana para isso (a partir da primeira vez que você opera os vôos, eles passam a ser de graça).
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Swanky Kong: Possui um jogo de perguntas e respostas no qual você deve acertar todas as perguntas para ganhar vidas.
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Klubba: Um Kremling musculoso que carrega uma clava e é guardião do mundo perdido. Para poder entrar, você deve pagar a ele 15 moedas Kremkoins.

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Áreas

* Gangplank Galleon: O navio de K.Rool da ultima fase do Donkey Kong Country.
* Crocodile Cauldron: Uma área vulcanica onde habita áreas quentes, uma parte de um navio e minas.
* Krem Quay: Um pantano com um navio dividido ao meio e um espinheiro.
* Krazy Kremland: Dividido em duas partes, onde a primeira possui algumas colméias gigantes e um pequeno pantano e a segunda que possui um parque de diversões e um grande espinheiro.
* Gloomy Gulch: Uma floresta fantasma aonde abriga uma biblioteca mal-assombrada e uma colméia.
* K. Rool’s Keep: Um forte que pertence a K.rool, onde possui também uma mina e duas geleiras, esta área não possui nenhum chefe.
* The Flying Krock: Este mundo abriga apenas duas fases, que é um espinheiro e um chefe.
* Lost World:(Você só entra neste mundo com 75 Kremkoins)Este mundo abriga uma enorme floresta, com uma geleira em cima de uma montanha, Um vulcão e uma ilha em forma de Kremling no centro. O mundo tem apenas 1 bonus por fase e só dá moedas DK.

Chefes

* Krow: o corvo gigante.
* Kleever: a espada gigante.
* Kudgel: o irmão de Klubba
* King Zing: o Zangão do mundo das abelhas, que utiliza um ferrão postiço para cobrir a falta da rainha na qual foi derrotada no jogo anterior.
* Kreepy Krow: Krow voltou, mas agora é o seu espírito.
* Kaptain K. Rool: o Kremling do mal que raptou o Donkey Kong. É o último Chefe do jogo.

Finais

Em DKC2, existem dois finais, sendo o primeiro mais comum, derrotando o Kaptain K.Rool em sua aeronave e o segundo o final verdadeiro, que você só consegue tendo todas as 40 moedas “DK” e derrotando o Kaptain K. Rool em Lost World. Geralmente você consegue primeiro o final comum para depois ver o verdadeiro, onde em Lost World, K. Rool aparece novamente ao se pensar que ele estava morto.




Clássicos: Gunstar Heroes

24 de junho de 2010 Ana Paula Cancian Comentários ( 4 )
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Gunstar Heroes é um jogo do estilo Run an Gun ou side-scrolling lançado em setembro de 1993, desenvolvido pela empresa Treasure Co. e publicado pela Sega, para o console Mega Drive, tornando-se um grande título com vários elementos inovadores, grande variedade de armas e jogabilidade simples. Em 23 de fevereiro de 2006, Gunstar Heroes foi lançado como parte do Gunstar Heroes: Treasure Box Collection para PlayStation 2. Também está disponível no sistema Virtual Console do Wii e para Xbox Live Arcade, lançado em 10 de junho de 2009, e para PlayStation Network, lançado em 11 de junho do mesmo ano.

Gunstar Heroes

Em Gunstar Heroes é possível jogar com um ou dois jogadores. Logo no início é escolhida a arma a ser utilizada (podendo ser trocada futuramente durante o jogo) e a característica do personagem, já que o primeiro jogador fica com o Gunstar Red e o segundo com o Gunstar Blue. As características dos personagens são: Free-Shot, onde você pode atirar e correr ao mesmo tempo e o Fixed-Shot, onde é possível somente atirar, sem correr ou se movimentar. Após é escolhida uma das quatro fases a ser passada, cada uma com um vilão ao final.

Gunstar Heroes

História:

A família Gunstar era a protetora do planeta Gunstar 9 (G-9, onde o jogo se passa). Em sua juventude, O professor White Gunstar derrota Golden Silver, um andróide que buscava explorar o planeta e consumir todos os seus recursos, aprisionando-o numa das luas de G-9. A fonte de poder do robô eram as jóias Mystic Gems, removidas antes do decreto de ostracismo. Professor White foi capaz de extrair os quatro famosos Mystical Gems, a fonte de energia do robô.

Anos mais tarde, uma nova ameaça aumenta. Smash Daisaku, um ditador cruel descobre que os Gunstars sabiam a localização das Mystical Gems. Um dia, Smash Daisaku raptou o irmão mais velho Gunstar Green e usou uma máquina de controle da mente para fazer Green obedecer às suas ordens. Com as Mystic Gems nas mãos, o vilão prepara-se para libertar Golden Silver e invadir G-9. Cabe aos irmãos Gunstars Red e Blue salvar o G-9.

Gunstar Heroes

O jogo é dividido em quatro fases iniciais e de livre escolha: uma fortaleza flutuante em decolagem, uma vila que está sendo atacada, os trilhos de uma mina subterrânea e um labirinto cheio de mini-desafios. Cada missão com o objetivo de recuperar as gemas com os oficiais de Smash Daisaku. As outras três fases são sequência do jogo para se chegar ao chefe final.

Personagens:
* Gunstars Red e Blue: Os personagens jogáveis. Os gêmeos que protegem o planeta G-9.
* Gunstar Yellow: Irmã dos Gunstars, que apresenta breves instruções sobre os níveis.
* Professor White: Derrota Golden Silver no passado, mas é muito velho para destruí-lo novamente, e com isso torna-se mentor dos Gunstars Red e Blue.
* Gunstar Green: O irmão mais velho dos gêmeos, que agora trabalha para o Império. Ele controla uma mecânica gigante, a Seven Force.
* Grey: O líder do Império. Ele deseja despertar o Golden Silver e remodelar o planeta da forma que deseja.
* Smash Daisaku: Subordinado de Grey. Ele aparece ao longo do jogo para se opor contra Red e Blue.
* Rosa, Laranja e Preto: comandantes de alta patente do Império, que aparecem como chefes nas fases.

Gunstar Heroes

Gunstar Heroes possui quatro tipos de armas básicas: Force, um poderoso tiro; Lightning, um tiro certeiro que atravessa inimigos; Chaser, que cobre os inimigos e Flame, um tiro de fogo com uma vasta chama. Uma nova arma pode ser combinada com a utilização de suas armas, já que o jogo permite esta opção, dessa forma criando uma variedade grande de armas e ataques. É possível também arremessar seus inimigos com o ataque corpo a corpo e até mesmo as bombas arremessadas por eles.

Gunstar Heroes

Gunstar Heroes é um jogo clássico e adorado pelos donos de Mega Drive, sendo foi nomeado como Melhor Jogo de Ação de 1993, pela EGM. Sua jogabilidade simples e variada, trilha sonora de qualidade e gráficos arrasadores para a época fizeram deste jogo um dos preferidos da geração.




Clássicos: Goof Troop

27 de maio de 2010 Ana Paula Cancian Comentários ( 14 )
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Goof Troop é um jogo de aventura e ação onde o jogador pode controlar o carismático personagem Pateta e seu filho Max. Foi lançado em 1993 na América do Norte e Europa e em 1994 no Japão apenas para o Super Nintendo, e foi desenvolvido empresa Capcom. O jogo é baseado no desenho do mesmo nome, onde aqui no Brasil é conhecido como ‘A turma do Pateta’.

Goof Troop

No início do jogo escolhemos jogar com o Pateta (mais forte porém lento) ou o Max (mais rápido porém fraco) no modo single player. É possível também jogar no modo 2 player, cada um com seu personagem.

Goof Troop - tela inicial

História:
Em um lindo dia em Spoonerviller, Pateta e Bafo-de-Onça levam seus filhos Max e B.J para pescar, pegam seus barcos e se dirigem ao oceano. João Bafo-de-Onça e B.J estavam atrás dos peixes maiores quando foram surpreendidos por um navio gigante. Quando Pateta e Max olharam, eles viram um enorme barco pirata se dirigindo para a ilha de Spoonerville com Bafo-de-Onça e B.J. a bordo, vítimas do sequestro pirata.

Pateta remou com toda sua força mas não conseguiu alcançar o navio pirata antes que este atracasse na ilha. Determinado a salvar seus amigos, Pateta e Max se dirigem à ilha para procurar o forte dos piratas. Após derrotar alguns piratas, Pateta e Max descobrem que Bafo-de-Onça foi confundido com o capitão Keelhaul Pete, que fora engolido por uma baleia muito tempo atrás. Enquanto Pateta e Max continuam na sua busca, Bafo continua fingindo ser o capitão, algo que ele aprecia muito devido às regalias.

Após um tempo, Pateta e Max chegam ao navio pirata e eles vem quem parece ser Bafo. Ao tentar salvá-lo, Pateta acaba sendo nocauteado. Max então nota que aquele era na verdade o capitão que foi cuspido da baleia. Preocupados com seus amigos, Pateta e Max continuam infiltrando no navio, até encontrarem novamente com o capitão verdadeiro. Após derrotá-lo e tirarem Bafo e seu filho da prancha, eles amarram o capitão no mesmo lugar e o deixa ser ameaçado de ser comido por um jacaré faminto. Os amigos então voltam para a pescaria.

Goof Troop

Jogabilidade:
Jogando como Max ou Pateta, o jogador passa por cinco áreas da ilha Spoonerville: uma praia, uma vila sendo atacada, um castelo assombrado, um vale montanhoso e o navio pirata do capitão Keelhaul Pete, onde Bafo-de-Onça e seu filho, B.J., estão mantidos. Cada área possui um chefe correspondente, com exceção do primeiro nível, que possui um grupo de Jesters como chefe.

goof troop

Os jogadores podem se defender dos inimigos e matá-los atirando potes de flores, vasos, pedras e barris neles. No jogo existem também vários itens com funções diferentes, usados para passarem de certas situações, como o gancho, que permite que Max e Pateta criem uma ponte acima de um buraco ou paralisar os inimigos. Cada jogador pode carregar somente um item no modo multiplayer, sendo que no modo single player o jogador pode carregar até dois itens. Caso um dos personagens já esteja carregando o máximo de itens, ao tentar adquirir um novo ele irá trocar de lugar com o item antigo que estiver ativo. Além disso, existem frutas e diamantes espalhadas pelos mapas. Enquanto as frutas aumentam a saúde do personagem, o diamante vermelho dá uma nova vida a ele, enquanto o diamante azul dá um continue.

goof troop

Em muitas situações, o jogador terá que chutar blocos de maneira que eles fiquem em cima de marcas no chão, para que esse possa abrir portas e avançar no jogo. Em algumas partes será também necessário colocar tábuas em buracos no chão ou criar caminhos com cordas usando o gancho para que possam atravessar para o outro lado sendo que, ao fazerem isso, perdem os itens. Nas fases são necessárias a localização de chaves para abrir portões para ir a outro nível ou ao chefe da fase.

Goof troop

Goof Troop é um excelente jogo, com um visual muito agradável e uma mistura de ação com puzzles. Um jogo muito apreciado pelos donos de Super Nintendo que até hoje dá vontade de jogar.




Clássicos: Doom

13 de maio de 2010 Ana Paula Cancian Comentários ( 10 )
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Primeiro tenho que avisar que este não é e passa longe de ser um jogo apreciado por garotas. Maaaas, nas últimas semanas tenho visto diversas informações a respeito do novo Doom 4, e como conheço a série desde que tinha meu PC de 16 Mb de memória e 2 Gb de HD, acho justo falar um pouquinho a respeito desse jogo épico.

Clássico dos clássicos

Clássico dos clássicos

Doom é um dos precursores dos chamados FPS, First-person shooter ou tiro em primeira pessoa, para ficar mais fácil. Lançado inicialmente para PC em 1993 pela id Software, após alguns anos foi lançado para vários consoles, como o Super Nintendo, Nintendo 64, Sega Saturn, entre outros. Monstros, pessoas mutiladas, bazucas que retaliavam seus oponentes eram algumas das características do jogo.

Todo gamer de verdade tem que jogar Doom uma vez na vida .. rsrs

Todo gamer de verdade tem que jogar Doom uma vez na vida .. rsrs

O personagem principal é um fuzileiro espacial, cujo nome nunca foi revelado, que foi deportado para Marte por atirar num oficial superior quando este o ordenou a matar inocentes civis desarmados. Ele é forçado a trabalhar para a Union Aerospace Corporation (UAC), um complexo militar-industrial que está realizando experiências secretas em teleportação entre as luas de Marte, Phobos e Deimos. De súbito, algo dá errado e criaturas aparentemente vindas do inferno começam a vir das áreas de teleporte. Uma resposta defensiva da segurança da base falha em deter a invasão, e é rapidamente dominada por demônios, com toda a guarnição morta ou transformada em zumbis. Ao mesmo tempo, Deimos desaparece inteiramente. Um time da UAC em Marte é enviado a Phobos para investigar o incidente, mas o contato pelo rádio cessa e apenas um deles permanece vivo: o jogador, cuja tarefa é escapar vivo.

Lembram do Cyberdemon? Medo!

Lembram do Cyberdemon? Medo!

Para terminar o jogo, o jogador precisa batalhar em três episódios contendo nove missões cada. Knee-Deep In The Dead, o primeiro episódio, se passa numa base militar high-tech em Phobos, a primeira das duas luas de Marte. Ele termina com o jogador lutando contra dois Barões do Inferno (Barons of Hell), entrando no teleportador que leva a Deimos, onde ele é estraçalhado por monstros e aparentemente morre (eu sempre tentei escapar dos monstros nessa parte, mas não tinha jeito).

Mas não é bem isto que ocorre, pois o fuzileiro está de volta em The Shores Of Hell, o segundo episódio, onde faz uma jornada através das instalações na segunda lua de Marte, Deimos, cujas áreas mostram uma arquitetura bestial. Depois de encontrar e vencer o Cyberdemon, a verdade sobre a lua desaparecida é descoberta: ela flutua sobre o próprio Inferno. O jogador desce até a superfície e o terceiro final, Inferno, começa. Depois de destruir o chefe final, Spider Mastermind, uma porta secreta se abre para o herói, que provou ser forte demais para o Inferno conter, ser levado de volta à Terra.

BFG 9000 - Big Fucking Gun

BFG 9000 - Big Fucking Gun

O jogo possui um arsenal variado, com as armas abaixo:

Punho: O conhecido mano-a-mano, que pode ser primorado pelo item Super Soco, fazendo com que a porrada fique mais forte. Fora isso, seu dano é fraco.
Pistola: Arma primária do jogo, possui um disparo rápido, mas que causa poucos danos.
Motosserra: Apesar do curto alcance, causa danos enormes, retaliando o coitado do inimigo.
Espingarda: Possui um tempo de recarga maior que a Pistola, com um ataque mais preciso e mortífero.
Espingarda Dupla: Espingarda convencional com cano duplo, capaz de matar um inimigo mais fraco instantaneamente.
Metralhadora Giratória: Arma de tiros rápidos que mantem seu inimigo paralisado, sem reação, devido a quantidade de balas.
Lança-Foguetes: Dispara foguetes que atingem diversos inimigos, e é ótima para usar em inimigos mais fortes. O problema é quando você está perto demais de algum inimigo ou de uma parede, é pedaço de carne pra tudo quanto é lado, inclusive os seus.
Rifle de Plasma: Arma precisa que dispara diversos tiros de plasma azul (a minha preferida).
BFG 9000: É a Big Fucking Gun, a mais rara e poderosa arma existente no Doom. Dispara uma enorme esfera de plasma verde que causa danos imensos e afeta com precisão todos os inimigos que estiverem na tela.

IDDQD - IDKFA - Muito utilizado em alguns casos, kkkk

Doom é o shooter que marcou a história dos games

Além das armas, era possível achar pelo caminho itens fundamentais de sobrevivência. Para recuperar a saúde, é utilizado os curativos e estojo médico. Para fortalece-lo, as armaduras são de grande ajuda. Localizando o Super Soco é possível derrotar facilmente os inimigos no mano-a-mano. Há outros itens como a Invulnerabilidade, onde o jogador fica invencível por 30 segundos, o Visor de Iluminação, para as áreas escuras e a Roupa Anti-Radiação, utilizada para que o jogador não perca sua energia quando passa nos lugares tóxicos. Ah claro, não poderia esquecer das chaves, que são obrigatórias para completar as missões. O jogador precisa localizar estas chaves para abrir as portas bloqueadas (a não ser que você utilize o IDKFA.. rs)

Doom é o shooter que marcou época

IDDQD - IDKFA - Muito utilizado em alguns casos, kkkk

Os inimigos vão desde humanos a um cérebro com pernas de aranha. Durante o jogo o nível de dificuldade aumenta, assim como a força destes inimigos. Entre os humanos estão os soldados e sargentos, mas a maioria veio do do inferno. Os mais comuns são o Imp, aquele monstrinho que solta fogo pela boca, e o Demon, aquela coisa rosada que fica rosnando quando está perto. O Baron of Hell é o chefe do primeiro episódio, um sátiro que ataca um poder verde. Nos outros episódios a coisa complica com o Cacodemon, a famosa almondega do Doom, as Lost Soul, almas perdidas com aspecto de um crânio com chifres, Cyberdemon, o mais demoníaco, assustador e forte monstro do Doom e a Spider Mastermind, um cérebro em quatro pernas robóticas em estilo aracnídeo e uma metralhadora giratória.

Nossa, que jogo mais fofo!

Nossa, que jogo mais fofo!

Não é de se admirar que Doom recebeu diversas críticas devido ao conteúdo altamente violento e satânico e pela realidade do mecanismo gráfico utilizado, principalmente para a época em que foi lançado. Mesmo assim, o sucesso de Doom foi tão grande que a franquia continuou com o Doom II: Hell on Earth, lançado em 1994 e algumas expansões como o Ultimate Doom (1995), Master Levels for Doom II (1995), e Final Doom (1996), a maioria criado por fãs. Em 2004, foi lançado o magnífico Doom 3 (confesso que não consegui terminar devido ao alto grau de nervoso que passei) e em 2005 o jogo foi adaptado ao cinema, com o nome de Doom: A Porta do Inferno.




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